Você percebe que tá zuado pra caralho quando se acha parecido com alguém que você sabe que é zuado pra caralho. Entendeu? Olha aí, eu e o Timo Tolkki:

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Sem tempo, sem tempo, sem tempo pra escrever qualquer coisa aqui. Mas se você curte - ou se nunca ouviu falar - The Cult, leia lá a resenha do show que eu cobri na última quarta-feira, 08. Resenha e galeria de fotos no Território da Música.
Isso é o resultado de tudo que você joga no lixo. Foto tirada no aterro sanitário de Santo André. O local é uma montanha enorme feita de lixo. Essa é uma pequena parte que está sendo usada, o local é imenso e literalmente é uma montanha recheada de lixo. Após os montes chegarem a determinada altura, eles são cobertos por terra.
Credicard HELL lotado para mais uma apresentação do Scorpions em São Paulo. Legal perceber no público uma mistura de molecada e tiozinhos. Tinha lá senhoras e senhores já há muito com os cabelos brancos - alguns sem cabelo, é verdade.
ao público e também se mostra simpático, sempre sorrindo.
Logo de cara "Always Somewhere", a baladinha deles que eu mais gosto. Também tocaram "Holiday", Rhythm of Love" e "Dust in the Wind", original do Kansas. As músicas acústicas não tiveram a mesma produção das versões do DVD "Acoustica", mas ainda assim foi bem legal ouvir versões diferentes das originais.
As pessoas que não conhecem a discografia e trajetória de Zé Ramalho e só tem como referência parcerias de qualidade duvidosa com duplas de música sertaneja / romântica, podem se espantar ao ouvir este disco. “Zé Ramalho da Paraíba” é como um pergaminho que encontrado hoje explica antigos mistérios.
Ontem conversando com a Dee ela me passou um vídeo revelador. Nesse momento religioso vou colocar só o link aqui. Aconselho vocês a verem. Principalmente as meninas que tiveram infância nos anos 80. Amém, salve aleluia e não esquecam...
"O Diabo é o pai do Rock!"
No último sábado, 23, fui cobrir o show da Tarja Turunen, ex-vocalista do Nightwish. Confesso que nunca fui fã da banda, mas até gosto de algumas músicas. O disco solo da Tarja eu gostei, até fiz uma resenha pro Território, mas confesso que fui pro show sem esperar grande coisa. Me surpreendi.
tem uma grande quantidade de fãs por aqui, mas parece que a molecada não arrumou carona pra ir ao show.
Como comentei anteriormente, eu fui no show do Ney Matogrosso. Show não, espetáculo é a palavra mais correta. O cara é demais! Com 67 anos de idade e cheio de energia. Como escrevi sobre o show pro Território da Música, não vou me alongar por aqui. Mas se você gosta, vai lá ler que o show foi mesmo muito bom.
em Brasília, e despejasse através de suas portas alguns alienígenas, ela não teria causado um impacto, uma perplexidade e um maravilhamento que pudessem rivalizar com os provocados pelas primeiras apresentações ao vivo de m novo grupo de música popular brasileira chamado Secos & Molhados".

Sim, é isso. Uma garrafa de plástico com um pouco de Coca-Cola . O reflexo do líquido macabro e as formas do fundo do vasilhame fizeram aquelas formas quando colocadas direto contra a luz do sol.
Fácil né?
festa, por isso o agradável cheiro de mofo que não saía mesmo lavando o copo...
Também não vou dar detalhes do show aqui, mas vou dizer que foi um dos melhores shows que eu já vi na vida e olha que eu já vi muitos, muitos. As seis vocalistas têm algo de mágico que encantam a platéia, e não é necessariamente algo físico, como alguém pode pensar.
final ficou mais pra Bruno & Marrone , tanto que a tal dupla regravou a música. Depois disso ele cantou alguns versos de "Serra do Luar", do citado compositor. Só essa parte já valeu o show, já que eu adoro o Walter Franco.
A prefeitura precisa pensar em um modo de providenciar transporte suficiente para toda a multidão que vai até a Vila. O problema é que os ônibus que circulam até lá são intermunicipais.